São Vicente de Paulo - O seu corpo encontra-se incorrupto na Capela dos Padres Lazaristas em Paris, Françasexta-feira, 10 de setembro de 2010
Onde se Encontram os Corpos de São Vicente e Santa Luisa
São Vicente de Paulo - O seu corpo encontra-se incorrupto na Capela dos Padres Lazaristas em Paris, FrançaRelíquias Vicentinas chegam amanhã a Votorantim

As Relíquias de São Vicente de Paulo e Santa Luisa de Marilac chegam amanhã (11/09) a Cidade de Votorantim, onde permanecerão até a manhã do dia 12/09. Oriundas da Cidade de Paris, França, as relíquias estão peregrinando o Brasil desde setembro de 2.009, por ocasião do Jubileu dos 350 anos da morte dos referidos Santos. As Relíquias são fragmentos de Ossos ou de sangue de um Santo. Acompanhe abaixo o roteiro de sua visita:
Dia 11/09/2010
igreja Nossa Senhora do Carmo -Jardim Tatiana
das 9:30 às 12:30
igreja Nossa Senhora do Carmo -Jardim Tatiana
das 9:30 às 12:30
igreja São João Batista -Centro
das 13:00h às 15:30h
igreja São José no bairro da Chave Votorantim
das 15:40h às 17:30h
igreja Cristo Rei- Vila Nova Votorantim
das 17:45 às 19:15h
igreja São Vicente de Paulo -Jardim Clarice
igreja São José no bairro da Chave Votorantim
das 15:40h às 17:30h
igreja Cristo Rei- Vila Nova Votorantim
das 17:45 às 19:15h
igreja São Vicente de Paulo -Jardim Clarice
das 19:30 às 21:00h
Dia 12/09/2010
igreja Nossa Senhora Aparecida -Bairro Vossoroca
das 07 às 08h
igreja Nossa Senhora Aparecida -Bairro Vossoroca
das 07 às 08h
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Novo presidente do CGI visita países vicentinos
Michael Thio, presidente eleito ao Conselho Geral Internacional da Sociedade de São Vicente de Paulo (CGI/SSVP), deve ser empossado no próximo dia 27 de setembro, em Paris. No entanto, ele já iniciou o trabalho de visitas aos países vicentinos.
Nos últimos dois meses, o novo presidente esteve em Cingapura, Hong Kong e Austrália, onde participou de momentos de formação, crescimento de fé e espiritualidade. Ele defendeu que é preciso ampliar a qualidade dos serviços prestados ao Pobre e, assim, restaurar a dignidade humana.
Michael Thio também visitou padres, arcebispos e divulgou o projeto de ‘Mudança de Estruturas’.
Fonte: da redação do SSVPBRASIL, com dados do SSVPGLOBAL
Nos últimos dois meses, o novo presidente esteve em Cingapura, Hong Kong e Austrália, onde participou de momentos de formação, crescimento de fé e espiritualidade. Ele defendeu que é preciso ampliar a qualidade dos serviços prestados ao Pobre e, assim, restaurar a dignidade humana.
Michael Thio também visitou padres, arcebispos e divulgou o projeto de ‘Mudança de Estruturas’.
Fonte: da redação do SSVPBRASIL, com dados do SSVPGLOBAL
Membros da diretoria avaliam primeiro ano de mandato

No dia 6 de setembro do ano passado, a consócia Ada Ferreira assumia a presidência do Conselho Nacional do Brasil (CNB) da Sociedade de São Vicente de Paulo, em uma solenidade na Barra da Tijuca (RJ). Nessa última segunda-feira, completou um ano da posse. Para avaliar esse período, membros da diretoria comentaram os avanços dos respectivos Departamentos (VEJA DEPOIMENTOS ABAIXO).
Também no fim de semana, na reunião do CNB, Ada Ferreira agradeceu o apoio de todos os vicentinos brasileiros.
Coordenação de Crianças e Adolescentes
“Em nível de CCA, penso que as visitas realizadas foram um grande passo para o crescimento da coordenação. Minha equipe e eu conhecemos um pouco da realidade dos Conselhos Metropolitanos visitados. O concurso ‘Pintando a Fraternidade’, parceria da CCA e do Decom, foi um sucesso. A participação foi muito positiva. A expectativa agora é o Encontro Nacional das CCA’s no Conselho Metropolitano de Uberaba. Estamos com 100% dos CM’s inscritos para este Evento. Para nós, este momento será um marco para o trabalho, uma aproximação do CNB e CM’s. Também está em fase de conclusão a Revista Turma do Vicente nº 04 e a reformulação das páginas da CCA no Boletim, para que seja um espaço voltado para a formação”. - Josiane Guiducci, coordenadora nacional de CCA
Também no fim de semana, na reunião do CNB, Ada Ferreira agradeceu o apoio de todos os vicentinos brasileiros.
Coordenação de Crianças e Adolescentes
“Em nível de CCA, penso que as visitas realizadas foram um grande passo para o crescimento da coordenação. Minha equipe e eu conhecemos um pouco da realidade dos Conselhos Metropolitanos visitados. O concurso ‘Pintando a Fraternidade’, parceria da CCA e do Decom, foi um sucesso. A participação foi muito positiva. A expectativa agora é o Encontro Nacional das CCA’s no Conselho Metropolitano de Uberaba. Estamos com 100% dos CM’s inscritos para este Evento. Para nós, este momento será um marco para o trabalho, uma aproximação do CNB e CM’s. Também está em fase de conclusão a Revista Turma do Vicente nº 04 e a reformulação das páginas da CCA no Boletim, para que seja um espaço voltado para a formação”. - Josiane Guiducci, coordenadora nacional de CCA
Escola de Capacitação Antonio Frederico Ozanam
“Os avanços na Escola de Capacitação Antonio Frederico Ozanam (Ecafo) são os seguintes: o encaminhamento da reformulação dos Módulos da Ecafo, já existentes; reunião de planejamento com os coordenadores das regionais; realização do Encontro Nacional da ECAFO, palestra sobre Formação no Encontro Nacional do DENOR (considero esta parceria o maior avanço)”. – José dos Santos, coordenador nacional da Ecafo
Comissão de Jovens
"Um ano de mandato, um ano de aprofundamento na visão e atenção ao jovem assistido, atendendo ao clamor da CNBB de que os jovens evangelizem os jovens, e assim, despertando a atenção de nossas Comissões de Jovens aos jovens inseridos na SSVP, não inseridos na SSVP e por ela acompanhados". – Talita Yamada, coordenadora da Comissão Nacional de Jovens
Departamento de Comunicação
“Acredito que a comunicação na SSVP do Brasil no último ano avançou muito, devido a uma nova segmentação de ideias e ações desta nova gestão, que visa fortalecer a transformação social, a espiritualidade e o retorno às origens. Com isso, criamos um planejamento que contempla o desenvolvimento de projetos com o lema - Comunicação que transforma vidas. Além de estreitar o vínculo e o contato com os vicentinos do Brasil e de outros países, fortalecemos a imagem externa da SSVP. Reformulamos o site da instituição que hoje é voltado para os vicentinos, voluntários, doadores e pessoas que queiram conhecer a Sociedade. Iniciamos um trabalho inédito quando começamos a transmitir eventos da SSVP com cobertura em tempo real, dando oportunidade para que os vicentinos acompanhem as principais decisões e atividades da entidade no Brasil e no mundo. A interatividade e os concursos desde o de desenhos até o de pautas para o Boletim também foram empreitadas de sucesso neste primeiro ano. É preciso destacar ainda o retorno do Encontro Nacional de Comunicação, realizado em março e que definiu importantes rumos para que os processos comunicacionais sejam mais dinâmicos, abrangentes e funcionais. Um ponto que norteia nossa linha de atuação é o ouvir. Estamos sempre atentos, buscando sugestões, ouvindo os internautas, a diretoria e todos aqueles que participam ativamente da SSVP, para que possamos criar iniciativas que realmente dão resultados. E a partir desta escutátoria, vamos realizando a transformação necessária. Exemplo disso foram as mudanças na Romaria Nacional deste ano, o processo de assinaturas do Boletim online e a criação do Selo de Comunicação, que dará mais qualidade à mídia vicentina. E ao completar um ano de gestão, mais um importante passo foi dado: a reformulação do Boletim Brasileiro que ganha um novo projeto gráfico e passa a ser todo colorido. Nossa forma de atuação é prezar pelo imediatismo em comunicar, por isso, trabalhamos com o processo online-ontime e full time que expressam uma comunicação que abrange a todos, que inclui e agrega informação de qualidade. Tudo isso só acontece com a colaboração de todos, e principalmente com o apoio da diretoria do CNB. Temos ainda importantes metas para serem concretizadas e já estamos atuando na construção de uma campanha publicitária para divulgar a SSVP na mídia local e nacional. Como mensagem final, recordo-me de uma frase que trabalhamos em nosso Encontro Nacional: a maior comunicação é aquela que vem do coração. É preciso nos lembrarmos sempre que nossa missão é movida pelo amor”. – Ricardo Fonseca, diretor nacional de Comunicação
Fonte: da redação do SSVPBRASIL
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Dia 11/09 festa de São João Gabriel Perboyre (Santo Vicentino)

João Gabriel Perboyre nasceu em Puech, diocese de Cahors, no sul da França, aos 06 de janeiro de 1802. Com 15 anos, entrou para o seminário de Montauban, dirigido pelos Padres Lazaristas, onde seu tio, Padre Jacques Perboyre, era reitor. Com 16 anos, já era um seminarista consciente da própria vocação. Na oração, na ascese e no zelo, dava provas da firmeza de seu propósito: Quero ser missionário... Oh, como é bela a cruz plantada em terra infiel e regada com o sangue dos apóstolos de Jesus Cristo.
Em 15 de dezembro de 1818, entrou para o Seminário Interno da Congregação da Missão e emitiu os votos a 28 de dezembro de 1820. Concluindo seus estudos em junho de 1823 e não podendo ser ordenado devido à idade (isso só aconteceria a 23 de setembro de 1826), retornou a Montauban como professor. Um ano depois de ordenado, foi nomeado superior do Seminário de Saint-Flour e, em 1832, diretor do Seminário Interno, em Paris.
Foi em 1820, quando estava no Seminário Interno, que Padre João Gabriel recebeu a notícia do martírio do Padre Francisco Régis Clet, depois de longos anos de trabalho missionário na China (1791-1820). Anos depois, por ocasião da chegada à Paris das relíquias do Padre Clet, o jovem missionário Perboyre, já como diretor do Seminário Interno, cargo também exercido por seu Coirmão martirizado, exclamou diante de seus formandos: Quisera eu ser mártir como Clet! Peçam a Deus que minha saúde se fortifique para que eu possa ir à China, a fim de pregar Jesus Cristo e morrer por ele.
A falta de saúde era realmente um grande obstáculo para seus sonhos. Mas Padre Perboyre nunca perdeu a esperança. De fato, em 1835, partiu para a China, desembarcando em Macau alguns meses depois. Neste território português, Padre Perboyre foi recebido por seus Coirmãos de Congregação para se dedicar ao estudo da cultura e, principalmente, da língua chinesa, esforço que empreendeu sem demora, permanecendo em Macau apenas quatro meses.
Em terras chinesas, apesar da grande perseguição contra a fé cristã, Padre Perboyre não se intimidou e se lançou de corpo e alma à missão. Para isso, preparou-se física e culturalmente: aprendeu o idioma chinês, mandou raspar a cabeça, salvo um punhado de cabelo atrás, prolongado por uma trança postiça, e deixou crescer o bigode. Sobre essa inculturação, escreveu a seu irmão: Se você pudesse me ver com meu traje chinês, se visse minha cabeça raspada, minha longa trança e bigode, balbuciando minha nova língua, comendo com os pauzinhos que servem de faca, colher e garfo... Para melhor se inculturar e servir ao povo chinês, Padre Perboyre, como todos os seus outros Coirmãos, também adotou um novo nome, passando a ser chamado de Padre Tong Weng Hio, ou simplesmente Padre Tong.
Partindo de Macau a 21 de dezembro de 1835, chegou a seu destino, Honam, quatro meses e meio depois, onde o esperavam seus Coirmãos, os Padres Baldus e Rameaux. Ali permaneceu um ano e meio, sendo transferido em janeiro de 1838 para Hopé, onde trabalhou até sua prisão a 16 de setembro de 1839. Uma breve atividade missionária! Nem mesmo cinco anos... Mas uma atividade missionária intensa e com muitos frutos, projetos e realizações, tudo para a glória de Deus, que o chamara para a Missão, e para a salvação do seu amado povo chinês.
Seu apostolado consistia, fundamentalmente, em percorrer os diversos povoados da região, pregando o Evangelho do Senhor e conclamando o povo à conversão e à santidade de vida. A estas missões, segundo seu próprio relato, geralmente acorriam muitas pessoas, inclusive algumas que, por causa das constantes perseguições, tinham abandonado e renegado sua fé.
Em meio às pregações e instruções do povo, Padre Perboyre dedicava-se, com muito afinco, às visitas domiciliares, por ele chamadas de santa violência, já que o Missionário era obrigado a percorrer, na maioria das vezes, grandes distâncias, a fim de não deixar uma só pessoa, casa ou família sem a visita e o anúncio do Evangelho.
Dos desafios enfrentados nestas missões, além da perseguição, deve-se enumerar a imensidão da China e a precária condição das estradas, o que muito dificultava a pregação missionária. As viagens eram feitas quase sempre a pé, raras vezes a cavalo, por montanhas desertas, caminhos tortuosos e rios pouco providos de pontes. Sobre estas dificuldades, o próprio Perboyre deixou um testemunho:
Havia já várias horas que não conseguia me arrastar, a não ser com a ajuda de um guarda-chuva. Isso, no entanto, impedia-me de usá-lo para me defender da chuva que caía a cântaros. Sentava-me em todas as pedras que encontrava e logo me levantava, agarrando-me com as mãos. Mas teria me agarrado até mesmo com os dentes, se isso fosse necessário para continuar o caminho que a Providência me tinha assinalado.
Apesar de todas estas grandes dificuldades, chegando aos povoados, o Missionário praticamente não tinha tempo de recuperar as forças e se alimentar. Vendo-o chegar, o povo acorria, no mais vivo desejo de receber a graça de Deus pelos sacramentos, principalmente pela Penitência, e pela acolhida da Igreja, ali presente, em todo seu zelo missionário, na pessoa do Padre João Gabriel Perboyre.
Passava, então, horas e horas na escuta dos fiéis, atendendo cada um em particular; celebrava, em comunhão com a vida sofrida do povo, a memória da Salvação do Senhor, renovada diariamente no Altar da Eucaristia; falava de Deus tanto às crianças quanto aos adultos, iluminando, inspirando boas ações e abrindo-lhes à esperança do Reino, ao amor e à fraternidade. Como pastor solícito, acolhia cada chinês em seu próprio coração; partilhava suas dores, compadecia-se de seus sofrimentos e não lhes deixava no desamapro e na miséria, tudo fazendo para que pudessem experimentar, já aqui, da vida em plenitude prometida por Jesus (cf. Jo 10,10).
Ao lado deste trabalho extenuante, mas necessário, exigente, mas desejado desde as primícias de sua vocação, Padre Perboyre ainda tinha tempo para uma série de atividades, assumidas com responsabilidade e igual dedicação. Ocupava-se com a administração dos recursos financeiros que a Missão recebia; com a educação e instrução dos vocacionados, que sentiam o desejo de se consagrar a Deus como presbíteros e missionários; com a formação do clero nativo, a fim de que a evangelização pudesse se desenvolver com mais fluência e a Igreja estabelecer-se sem dependência estrangeira; e ainda com a reorganização das circunscrições missionárias e diocesanas, para as quais preparou um excelente projeto, implementado após sua morte, visando a melhor execução dos trabalhos da Igreja Local.
Em meio a tantas atividades e com um futuro claramente promissor em terras chinesas, Padre Perboyre foi ceifado pela perseguição. Todos os seus projetos e empreendimentos apostólicos recebiam ali um termo e seriam, com sua oferta e para a decepção de seus perseguidores, ainda mais fecundados.
Tal perseguição, que culminaria com seu martírio, começou na aldeia de Nan-Kiang, num domingo, após a missa. Os soldados investiram contra os cristãos, saqueando e incendiando a igreja. Fugindo, Padre Perboyre se escondeu num bambuzal, depois na casa de um catequista e, no dia seguinte, numa floresta vizinha. Mas o Missionário foi traído e entregue por um neófito. Preso, foi arrastado de tribunal em tribunal e torturado pelos soldados. Interrogado quanto à sua fé, respondeu entusiasmado: Sou europeu e missionário dessa religião. No entanto, às calúnias e maus tratos preferia responder mais pelo silêncio do que por palavras. Firme em suas convicções, afirmava: Antes morrer do que renegar a fé.
Em Ku Chen, Padre Perboyre submeteu-se a dois interrogatórios; em Sian Yan Fu, outros quatro, sendo que, em um destes, foi obrigado a ficar meio dia de joelhos, em cima de correntes e preso numa viga de madeira. Em Outchangfou, último estágio a ser enfrentado, o resistente e intrépido Missionário ainda sofreu vinte interrogatórios, todos feitos mediante intensa tortura. No entanto, apesar de todo este sofrimento, Padre Perboyre não revelou o que queriam seus algozes: o nome dos demais Missionários, para que a perseguição pudesse se estender por todo o Império. Também não aceitou o sacrilégio de pisar na cruz, sinal preclaro da salvação e do amor de Deus pela humanidade, e esta recusa lhe rendeu cento e dez açoites de uma só vez.
Finalmente, a 11 de setembro de 1840, o correio imperial ratificou sua sentença de morte: tirado da prisão, revestido da túnica vermelha dos condenados, foi levado para ser estrangulado. Padre Perboyre foi descalço, mãos atadas atrás das costas, sustentando uma longa vara em cuja extremidade tremulava o motivo de sua condenação: professar a fé cristã. Chegara o momento supremo. Em Outchangfou, de joelhos, ao pé da forca, o Missionário dirigiu a Deus sua última prece. Amarrando-o num madeiro em forma de cruz, seus algozes impiedosamente o estrangularam. Ali morria, no ardor de sua fé, mais um Missionário, determinado em suas convicções e em seu zelo apostólico.
Seu martírio coroou sua tenacidade evangélica e sua radical opção por Jesus e pelos Pobres do Reino. Com uma vida toda entregue a Deus e aos irmãos, soube configurá-la de forma surpreendente a Cristo Missionário e Crucificado. De fato, o desejo de se assemelhar a Jesus, Evangelizador dos Pobres, não o deixou sossegado. Nele ardia o grande desejo de tornar concreto o projeto de Deus, de anunciá-lo a todos os povos e, em cada canto da China, fazer com que esse Reino fosse explicitado, propiciando novos tempos de graça e de esperança para todas as pessoas, especialmente para os pequeninos, aos quais tinha consagrado, alegre e abnegadamente, sua vida e seu ministério. Em uma de suas orações, proposta aos jovens seminaristas, Padre Perboyre deixou transparecer todo este ardor missionário, vivido e comunicado ao longo de seus dias:
Ó meu Divino Salvador, por vossa onipotência e misericórdia infinita, fazei que eu me converta e seja totalmente transformado em vós. Que minhas mãos sejam as mãos de Jesus, que meus olhos sejam os olhos de Jesus; que todos os meus sentidos e o meu corpo sirvam apenas para glorificar-vos. Mas, sobretudo, transformai a minha alma e todas as suas potências: que minha memória, inteligência e coração sejam a memória, a inteligência e o coração de Jesus; que minhas ações e meus sentimentos sejam semelhantes a vossas ações e a vossos sentimentos; e que, como o Pai disse de vós: “Eu hoje te gerei”, possais dizer o mesmo de mim e dizer ainda como o vosso Pai celeste: “Eis aqui meu filho bem amado, em quem ponho todo o meu agrado”.
Beatificação: 10 de novembro de l889, por Leão XIII
Canonização: 02 de junho de 1996, por João Paulo II
Memória Litúrgica: 11 de setembro
Postado por Padres e Irmãos Lazaristas às 22:37 0 comentários
Em 15 de dezembro de 1818, entrou para o Seminário Interno da Congregação da Missão e emitiu os votos a 28 de dezembro de 1820. Concluindo seus estudos em junho de 1823 e não podendo ser ordenado devido à idade (isso só aconteceria a 23 de setembro de 1826), retornou a Montauban como professor. Um ano depois de ordenado, foi nomeado superior do Seminário de Saint-Flour e, em 1832, diretor do Seminário Interno, em Paris.
Foi em 1820, quando estava no Seminário Interno, que Padre João Gabriel recebeu a notícia do martírio do Padre Francisco Régis Clet, depois de longos anos de trabalho missionário na China (1791-1820). Anos depois, por ocasião da chegada à Paris das relíquias do Padre Clet, o jovem missionário Perboyre, já como diretor do Seminário Interno, cargo também exercido por seu Coirmão martirizado, exclamou diante de seus formandos: Quisera eu ser mártir como Clet! Peçam a Deus que minha saúde se fortifique para que eu possa ir à China, a fim de pregar Jesus Cristo e morrer por ele.
A falta de saúde era realmente um grande obstáculo para seus sonhos. Mas Padre Perboyre nunca perdeu a esperança. De fato, em 1835, partiu para a China, desembarcando em Macau alguns meses depois. Neste território português, Padre Perboyre foi recebido por seus Coirmãos de Congregação para se dedicar ao estudo da cultura e, principalmente, da língua chinesa, esforço que empreendeu sem demora, permanecendo em Macau apenas quatro meses.
Em terras chinesas, apesar da grande perseguição contra a fé cristã, Padre Perboyre não se intimidou e se lançou de corpo e alma à missão. Para isso, preparou-se física e culturalmente: aprendeu o idioma chinês, mandou raspar a cabeça, salvo um punhado de cabelo atrás, prolongado por uma trança postiça, e deixou crescer o bigode. Sobre essa inculturação, escreveu a seu irmão: Se você pudesse me ver com meu traje chinês, se visse minha cabeça raspada, minha longa trança e bigode, balbuciando minha nova língua, comendo com os pauzinhos que servem de faca, colher e garfo... Para melhor se inculturar e servir ao povo chinês, Padre Perboyre, como todos os seus outros Coirmãos, também adotou um novo nome, passando a ser chamado de Padre Tong Weng Hio, ou simplesmente Padre Tong.
Partindo de Macau a 21 de dezembro de 1835, chegou a seu destino, Honam, quatro meses e meio depois, onde o esperavam seus Coirmãos, os Padres Baldus e Rameaux. Ali permaneceu um ano e meio, sendo transferido em janeiro de 1838 para Hopé, onde trabalhou até sua prisão a 16 de setembro de 1839. Uma breve atividade missionária! Nem mesmo cinco anos... Mas uma atividade missionária intensa e com muitos frutos, projetos e realizações, tudo para a glória de Deus, que o chamara para a Missão, e para a salvação do seu amado povo chinês.
Seu apostolado consistia, fundamentalmente, em percorrer os diversos povoados da região, pregando o Evangelho do Senhor e conclamando o povo à conversão e à santidade de vida. A estas missões, segundo seu próprio relato, geralmente acorriam muitas pessoas, inclusive algumas que, por causa das constantes perseguições, tinham abandonado e renegado sua fé.
Em meio às pregações e instruções do povo, Padre Perboyre dedicava-se, com muito afinco, às visitas domiciliares, por ele chamadas de santa violência, já que o Missionário era obrigado a percorrer, na maioria das vezes, grandes distâncias, a fim de não deixar uma só pessoa, casa ou família sem a visita e o anúncio do Evangelho.
Dos desafios enfrentados nestas missões, além da perseguição, deve-se enumerar a imensidão da China e a precária condição das estradas, o que muito dificultava a pregação missionária. As viagens eram feitas quase sempre a pé, raras vezes a cavalo, por montanhas desertas, caminhos tortuosos e rios pouco providos de pontes. Sobre estas dificuldades, o próprio Perboyre deixou um testemunho:
Havia já várias horas que não conseguia me arrastar, a não ser com a ajuda de um guarda-chuva. Isso, no entanto, impedia-me de usá-lo para me defender da chuva que caía a cântaros. Sentava-me em todas as pedras que encontrava e logo me levantava, agarrando-me com as mãos. Mas teria me agarrado até mesmo com os dentes, se isso fosse necessário para continuar o caminho que a Providência me tinha assinalado.
Apesar de todas estas grandes dificuldades, chegando aos povoados, o Missionário praticamente não tinha tempo de recuperar as forças e se alimentar. Vendo-o chegar, o povo acorria, no mais vivo desejo de receber a graça de Deus pelos sacramentos, principalmente pela Penitência, e pela acolhida da Igreja, ali presente, em todo seu zelo missionário, na pessoa do Padre João Gabriel Perboyre.
Passava, então, horas e horas na escuta dos fiéis, atendendo cada um em particular; celebrava, em comunhão com a vida sofrida do povo, a memória da Salvação do Senhor, renovada diariamente no Altar da Eucaristia; falava de Deus tanto às crianças quanto aos adultos, iluminando, inspirando boas ações e abrindo-lhes à esperança do Reino, ao amor e à fraternidade. Como pastor solícito, acolhia cada chinês em seu próprio coração; partilhava suas dores, compadecia-se de seus sofrimentos e não lhes deixava no desamapro e na miséria, tudo fazendo para que pudessem experimentar, já aqui, da vida em plenitude prometida por Jesus (cf. Jo 10,10).
Ao lado deste trabalho extenuante, mas necessário, exigente, mas desejado desde as primícias de sua vocação, Padre Perboyre ainda tinha tempo para uma série de atividades, assumidas com responsabilidade e igual dedicação. Ocupava-se com a administração dos recursos financeiros que a Missão recebia; com a educação e instrução dos vocacionados, que sentiam o desejo de se consagrar a Deus como presbíteros e missionários; com a formação do clero nativo, a fim de que a evangelização pudesse se desenvolver com mais fluência e a Igreja estabelecer-se sem dependência estrangeira; e ainda com a reorganização das circunscrições missionárias e diocesanas, para as quais preparou um excelente projeto, implementado após sua morte, visando a melhor execução dos trabalhos da Igreja Local.
Em meio a tantas atividades e com um futuro claramente promissor em terras chinesas, Padre Perboyre foi ceifado pela perseguição. Todos os seus projetos e empreendimentos apostólicos recebiam ali um termo e seriam, com sua oferta e para a decepção de seus perseguidores, ainda mais fecundados.
Tal perseguição, que culminaria com seu martírio, começou na aldeia de Nan-Kiang, num domingo, após a missa. Os soldados investiram contra os cristãos, saqueando e incendiando a igreja. Fugindo, Padre Perboyre se escondeu num bambuzal, depois na casa de um catequista e, no dia seguinte, numa floresta vizinha. Mas o Missionário foi traído e entregue por um neófito. Preso, foi arrastado de tribunal em tribunal e torturado pelos soldados. Interrogado quanto à sua fé, respondeu entusiasmado: Sou europeu e missionário dessa religião. No entanto, às calúnias e maus tratos preferia responder mais pelo silêncio do que por palavras. Firme em suas convicções, afirmava: Antes morrer do que renegar a fé.
Em Ku Chen, Padre Perboyre submeteu-se a dois interrogatórios; em Sian Yan Fu, outros quatro, sendo que, em um destes, foi obrigado a ficar meio dia de joelhos, em cima de correntes e preso numa viga de madeira. Em Outchangfou, último estágio a ser enfrentado, o resistente e intrépido Missionário ainda sofreu vinte interrogatórios, todos feitos mediante intensa tortura. No entanto, apesar de todo este sofrimento, Padre Perboyre não revelou o que queriam seus algozes: o nome dos demais Missionários, para que a perseguição pudesse se estender por todo o Império. Também não aceitou o sacrilégio de pisar na cruz, sinal preclaro da salvação e do amor de Deus pela humanidade, e esta recusa lhe rendeu cento e dez açoites de uma só vez.
Finalmente, a 11 de setembro de 1840, o correio imperial ratificou sua sentença de morte: tirado da prisão, revestido da túnica vermelha dos condenados, foi levado para ser estrangulado. Padre Perboyre foi descalço, mãos atadas atrás das costas, sustentando uma longa vara em cuja extremidade tremulava o motivo de sua condenação: professar a fé cristã. Chegara o momento supremo. Em Outchangfou, de joelhos, ao pé da forca, o Missionário dirigiu a Deus sua última prece. Amarrando-o num madeiro em forma de cruz, seus algozes impiedosamente o estrangularam. Ali morria, no ardor de sua fé, mais um Missionário, determinado em suas convicções e em seu zelo apostólico.
Seu martírio coroou sua tenacidade evangélica e sua radical opção por Jesus e pelos Pobres do Reino. Com uma vida toda entregue a Deus e aos irmãos, soube configurá-la de forma surpreendente a Cristo Missionário e Crucificado. De fato, o desejo de se assemelhar a Jesus, Evangelizador dos Pobres, não o deixou sossegado. Nele ardia o grande desejo de tornar concreto o projeto de Deus, de anunciá-lo a todos os povos e, em cada canto da China, fazer com que esse Reino fosse explicitado, propiciando novos tempos de graça e de esperança para todas as pessoas, especialmente para os pequeninos, aos quais tinha consagrado, alegre e abnegadamente, sua vida e seu ministério. Em uma de suas orações, proposta aos jovens seminaristas, Padre Perboyre deixou transparecer todo este ardor missionário, vivido e comunicado ao longo de seus dias:
Ó meu Divino Salvador, por vossa onipotência e misericórdia infinita, fazei que eu me converta e seja totalmente transformado em vós. Que minhas mãos sejam as mãos de Jesus, que meus olhos sejam os olhos de Jesus; que todos os meus sentidos e o meu corpo sirvam apenas para glorificar-vos. Mas, sobretudo, transformai a minha alma e todas as suas potências: que minha memória, inteligência e coração sejam a memória, a inteligência e o coração de Jesus; que minhas ações e meus sentimentos sejam semelhantes a vossas ações e a vossos sentimentos; e que, como o Pai disse de vós: “Eu hoje te gerei”, possais dizer o mesmo de mim e dizer ainda como o vosso Pai celeste: “Eis aqui meu filho bem amado, em quem ponho todo o meu agrado”.
Beatificação: 10 de novembro de l889, por Leão XIII
Canonização: 02 de junho de 1996, por João Paulo II
Memória Litúrgica: 11 de setembro
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
Sincomerciários vai qualificar profissionais para a venda
UTILIDADE PÚBLICA
Notícia publicada na edição de 05/09/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 4 do caderno C
A subsede Votorantim do Sindicato dos Empregados no Comércio de Sorocaba e Região (Sincomerciários) vai iniciar uma nova turma do curso gratuito de 'Técnicas e Práticas de Vendas, Excelência no Atendimento e Cidadania, com início previsto para o dia 9 de setembro, às 19h. As aulas serão ministradas pela professora Simone Mendes Silva.
Segundo o presidente da instituição, Ruy Queiroz Amorim, esta é uma excelente oportunidade de qualificação profissional gratuita, fruto de uma parceria do Sincomerciários, com a Associação Comercial e Empresarial de Votorantim (ACEV) e a Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (Fecomerciários).
O curso, totalmente apostilado, tem duração de 40 horas, e os participantes receberão certificado e lanche. As aulas serão das 19h às 22h, no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Votorantim, ACEV, Rua Sebastião Lopes, 169, Centro, Votorantim.
As inscrições podem ser feitas no local das aulas (ACEV) e também na subsede do Sincomerciários em Votorantim, rua Monte Alegre, 191, Centro, até às 16h30. Mais informações sobre o curso podem ser obtidas através do telefone 3017-1769, com Fernando Afonso.
Cursos do Prociq
A Prefeitura de Votorantim por meio da Secretaria de Cidadania e Geração de Renda abriu inscrições para os cursos de Leitura e Interpretação de Desenho e Culinária promovidos pelo Programa de Cidadania e Qualificação Profissional (Prociq).
Os cursos são destinados aos cidadãos atendidos pelos programas: Renda Cidadã, Ação Jovem, CadÚnico e desempregados. Os interessados deverão comparecer nos locais das inscrições munidos com o documento de identidade e comprovante de endereço.
Estão abertas as inscrições para o curso de Leitura e Interpretação de Desenho, que acontece das 8h às 16h, na escola municipal Isabel Fernandes Pedroso, que fica na rua Lourenço Moura, no jardim São Lucas.
As inscrições para o curso de Leitura e Interpretação de Desenho que ocorrerá das 8h às 16h, devem ser feitas na sede da Associação de Amigos de Bairro da Vila Amorim, situada na rua Rafael Martins, s/n, na Vila Amorim.
Já a inscrição ao curso de Culinária acontece na sede da Associação de Amigos de Bairro Jd. Serrano, que fica na rua João Bistafa, n, 127, no Jd. Serrano
Outras informações podem ser obtidas no Centro de Atendimento ao Trabalhador (CAT) pelos telefones 3353-8688, 3353-8641 ou 3353-8663. A recomendação é que os interessados liguem antes de se deslocar até os respectivos locais para saber se ainda há vagas e, assim, não perder a viagem.
Notícia publicada na edição de 05/09/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 4 do caderno C
A subsede Votorantim do Sindicato dos Empregados no Comércio de Sorocaba e Região (Sincomerciários) vai iniciar uma nova turma do curso gratuito de 'Técnicas e Práticas de Vendas, Excelência no Atendimento e Cidadania, com início previsto para o dia 9 de setembro, às 19h. As aulas serão ministradas pela professora Simone Mendes Silva.
Segundo o presidente da instituição, Ruy Queiroz Amorim, esta é uma excelente oportunidade de qualificação profissional gratuita, fruto de uma parceria do Sincomerciários, com a Associação Comercial e Empresarial de Votorantim (ACEV) e a Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (Fecomerciários).
O curso, totalmente apostilado, tem duração de 40 horas, e os participantes receberão certificado e lanche. As aulas serão das 19h às 22h, no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Votorantim, ACEV, Rua Sebastião Lopes, 169, Centro, Votorantim.
As inscrições podem ser feitas no local das aulas (ACEV) e também na subsede do Sincomerciários em Votorantim, rua Monte Alegre, 191, Centro, até às 16h30. Mais informações sobre o curso podem ser obtidas através do telefone 3017-1769, com Fernando Afonso.
Cursos do Prociq
A Prefeitura de Votorantim por meio da Secretaria de Cidadania e Geração de Renda abriu inscrições para os cursos de Leitura e Interpretação de Desenho e Culinária promovidos pelo Programa de Cidadania e Qualificação Profissional (Prociq).
Os cursos são destinados aos cidadãos atendidos pelos programas: Renda Cidadã, Ação Jovem, CadÚnico e desempregados. Os interessados deverão comparecer nos locais das inscrições munidos com o documento de identidade e comprovante de endereço.
Estão abertas as inscrições para o curso de Leitura e Interpretação de Desenho, que acontece das 8h às 16h, na escola municipal Isabel Fernandes Pedroso, que fica na rua Lourenço Moura, no jardim São Lucas.
As inscrições para o curso de Leitura e Interpretação de Desenho que ocorrerá das 8h às 16h, devem ser feitas na sede da Associação de Amigos de Bairro da Vila Amorim, situada na rua Rafael Martins, s/n, na Vila Amorim.
Já a inscrição ao curso de Culinária acontece na sede da Associação de Amigos de Bairro Jd. Serrano, que fica na rua João Bistafa, n, 127, no Jd. Serrano
Outras informações podem ser obtidas no Centro de Atendimento ao Trabalhador (CAT) pelos telefones 3353-8688, 3353-8641 ou 3353-8663. A recomendação é que os interessados liguem antes de se deslocar até os respectivos locais para saber se ainda há vagas e, assim, não perder a viagem.
Novena da Medalha Milagrosa

Maria, a Mãe de Jesus, nas aparições a Santa Catarina Labouré em 1830, deu à Igreja uma mensagem evangelizadora de esperança, expressa na Medalha que encarregou de difundir. Desde estão, este desejo de Maria se foi tornando realidade e as distintas Congregações e Associações que hoje compõem a Família Vicentina fizeram desta difusão um dos elementos de seu apostolado. É a Maria do Magníficat. O Magnificat é um canto de libertação para os Pobres. Maria, que proclama o canto, resume na sua pessoa os humildes de Israel, os que são marginalizados pela sociedade, por aqueles que “não há lugar na sala de hóspedes”. Deus é a sua única esperança, e Maria canta os seus louvores com uma exuberante confiança.
Oração à Nossa Senhora da Libertação
Mãe dos Pobres!
Maria, mãe de Cristo e mãe da Igreja, em nossa missão evangelizadora que nos cabe continuar, alargar e aprimorar, pensamos em ti. Mas, de modo especial, pensamos em ti pelo modelo perfeito de ação de graças que é o hino que cantaste, quando tua prima, Santa Isabel, mãe de João Batista, te proclamou a mais feliz dentre as mulheres. Não paraste em tua felicidade, pensaste na humanidade inteira. Pensaste em todos. Mas assumiste uma clara opção pelos Pobres, como teu Filho Jesus faria depois. Que há em ti, em tuas palavras, em tua voz, que anuncias no Magnificat, a deposição dos poderosos e a elevação dos humildes, o saciamento dos que têm fome e o esvaziamento dos ricos, e ninguém ousa julgar-te subversiva ou olhar-te com suspeição?... Empresta-nos a tua voz, canta conosco! Pede ao teu Filho que em todos nós se realizem, plenamente, os planos do Pai! (Dom Helder Câmara)
Livro de Novena: 32 páginas
Preço: R$ 3,00
Formato: 10,5 x 15 cm
Oração à Nossa Senhora da Libertação
Mãe dos Pobres!
Maria, mãe de Cristo e mãe da Igreja, em nossa missão evangelizadora que nos cabe continuar, alargar e aprimorar, pensamos em ti. Mas, de modo especial, pensamos em ti pelo modelo perfeito de ação de graças que é o hino que cantaste, quando tua prima, Santa Isabel, mãe de João Batista, te proclamou a mais feliz dentre as mulheres. Não paraste em tua felicidade, pensaste na humanidade inteira. Pensaste em todos. Mas assumiste uma clara opção pelos Pobres, como teu Filho Jesus faria depois. Que há em ti, em tuas palavras, em tua voz, que anuncias no Magnificat, a deposição dos poderosos e a elevação dos humildes, o saciamento dos que têm fome e o esvaziamento dos ricos, e ninguém ousa julgar-te subversiva ou olhar-te com suspeição?... Empresta-nos a tua voz, canta conosco! Pede ao teu Filho que em todos nós se realizem, plenamente, os planos do Pai! (Dom Helder Câmara)
Livro de Novena: 32 páginas
Preço: R$ 3,00
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