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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Falece Presidente do Conselho Central de Tatuí

Faleceu no dia de ontem (29/11) a Consócia MARIA JOSÉ DE ALMEIDA GONÇALVES (LELA), que presidia até então o Conselho Central de Tatuí/SP. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal de Tatuí (ao lado do Fórum). o sepultamento será hoje (30/11), às 14 horas.

domingo, 28 de novembro de 2010

Lar São Vicente de Paulo de Piedade elege sua nova Presidente




No dia de Santa Catarina de Labouré, no ano do Jubileu de Prata pelos seus 25 anos de fundação, o Lar São Vicente de Paulo de Piedade conheceu na tarde do dia 28 de Novembro a sua nova Presidente para o próximo biênio 2011/2012.
Em Assembléia realizada nas dependências do Lar foi eleito a Consócia Maria de Fátima Ferreira Souza para dirigir a instituição que hoje atende 37 internos.
A Cerimônia de Posse da nova Presidente, sua diretoria e Conselho Fiscal será marcada em Solenidade Própria no primeiro trimestre de 2.011.

Histórico
O Lar São Vicente de Paulo, Obra Unida a SSVP, era um sonho dos vicentinos, pertencentes à Conferência Nossa Senhora da Piedade, fundada em 10/11/1928. O sonho começou a torna-se realidade no dia 08/05/1979 em reunião no salão paroquial, sede da Conferência, convocada pelo presidente, a qual teve início as 09h30min, estiveram presentes: José Anchieta Figueiredo, José Escanhoela Sobrinho, Benedito Dias de Moraes , Roberto Rolim da Silva, Horacio Gavioli, Abílio Pereira da Silva, Eugenio Godinho, Antonio Vichi, Helmuth Kurt Schneider, José Victorino Dias e Oscar Pires de Oliveira, todos vicentinos. Nesse mesmo dia foi escolhida a comissão encarregada da construção do Lar São Vicente de Paulo, de Piedade/SP. O terreno para a construção do referido Lar, foi doado pelo Sr. Mário Gomes de Abreu e sua esposa Sra. Zilda Maria de Abreu, constando de uma área de 12.100 m². E o sonho tornou - se realidade após cinco anos de luta, tendo iniciada a construção no dia 29/12/1979 e término no dia 02/06/1985, com área de 2.100m² de área construída.

LAR SÃO VICENTE DE PAULO
CNPJ: 45.919.362/0001-19
Utilidade Pública Municipal Lei nº 1879 de 17/08/1989
Utilidade Pública Estadual – Decreto nº 41.555 de 20/01/1997
Utilidade Pública Federal – 23/10/1998, conforme Art. 4º da Lei nº 91/35 e Art. 5º do Decreto 50.517/61
Endereço: RUA JOSÉ BERTHOLDO GODINHO, Nº 436 – PARQUE DA TORRE – PIEDADE/SP – CEP. 18170-000
e-mail: lsvppiedade@hotmail.com
Telefone: (15) 3244-1048 – TEL/FAX: (015) 3244-1278
Fundação: 04/09/1985
Horário de Visitas: das 14h00 às 16h30
Funcionários: 28
Número de Internos: 37
N° de Quartos: 20
Capacidade de Atendimento (espaço físico): 50

28 de Novembro, dia de Santa Catarina Labouré


Na pequena aldeia de Fain-les-Moutiers, na Borgonha, Catarina nasceu a 2 de maio de 1806, a nona dos onze filhos de Pedro e Luísa Labouré, honestos e religiosos agricultores.

Quando tinha apenas nove anos, Catarina perdeu a mãe. Após o funeral, a menina subiu numa cadeira em seu quarto, tirou uma imagem de Nossa Senhora da parede, osculou-a e pediu-lhe que Ela se dignasse substituir sua mãe falecida.

Três anos depois, sua irmã mais velha entrou para o convento das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo. Couberam a Catarina, então com 12 anos, e à sua irmã Tonete, com 10, todas as responsabilidades domésticas. Foi nessa época que ela recebeu a Primeira Comunhão. A partir de então a menina passou a levantar-se todos os dias às quatro horas da manhã, para assistir à Missa e rezar na igreja da aldeia. Apesar dos inúmeros afazeres, não descuidava sua vida de piedade, encontrando sempre tempo para meditação, orações vocais e mortificações.

São Vicente de Paulo indica-lhe sua vocação

O tempo foi passando, e Catarina crescendo em graça e santidade. Certo dia ela sonhou que estava na igreja e viu um sacerdote já ancião celebrando a Missa. Quando esta terminou, o sacerdote fez-lhe um sinal com o dedo, chamando-a para perto de si. Porém, tímida, Catarina retirou-se do recinto sagrado e foi visitar um doente. O mesmo sacerdote apareceu-lhe, e disse: “Minha filha, é uma boa obra cuidar dos enfermos; você agora foge de mim, mas um dia será feliz de me encontrar. Deus tem desígnios sobre você, não se esqueça”. Catarina acordou sem entender o significado do sonho.

Mais tarde, visitando o convento das Irmãs da Caridade de Chatillon, onde estava sua irmã, viu na parede um quadro representando o mesmo ancião. Perguntou quem era, e responderam-lhe que se tratava de São Vicente de Paulo, fundador da Congregação. Catarina entendeu então que sua vocação era a de ser uma das filhas do Santo da caridade.

Mas seu pai não queria ouvir falar disso. Já bastava ter dado uma filha a Deus, e ele tinha muito apego a Catarina. Para distraí-la dessa idéia, mandou-a a Paris, para ajudar seu irmão que tinha lá uma pensão. Foi uma provação para a santa ver-se em meio aos rudes fregueses do estabelecimento, o que a fez redobrar as orações para manter sua pureza de coração e o fervor de espírito.

Uma cunhada a convidou a ir para sua casa, em Chatillon, onde mantinha uma escola para moças. Ali Catarina podia ir freqüentemente ao mosteiro das Irmãs da Caridade, que ficava perto. E foi nessa casa religiosa que ela entrou a 22 de janeiro de 1830, quando seu pai deu-lhe finalmente a devida permissão. Catarina tinha então 24 anos de idade.

Preparação para importantes revelações

Depois de passar pelo postulantado em Chatillon, Catarina foi mandada para o noviciado na Casa-mãe das vicentinas, na Rue du Bac, em Paris. Nesses dias, a comunidade rezava uma solene novena preparatória para a trasladação das relíquias de São Vicente de Paulo.

Catarina teve várias visões do Santo, e sobretudo do seu coração, que ficara incorrupto. Mas era agraciada com outras visões especiais. Conforme narra ela mesma, uma delas “era a de ver Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. Eu O vi durante todo o tempo do meu noviciado, exceto todas as vezes que eu duvidava; nesses dias eu nada via, porque procurava aprofundar-me em indagações sobre este mistério, e temia enganar-me”.(1) No domingo da Santíssima Trindade, “Nosso Senhor me apareceu no Santíssimo Sacramento durante a Missa cantada, como um rei, tendo uma cruz ao peito. No momento do Evangelho, pareceu-me que a cruz caía aos pés de Nosso Senhor e que Ele estava sem as insígnias reais; todas tinham caído por terra. Tive então os mais negros e tristes pensamentos: pensei que o Rei da Terra estava perdido e ia ser despojado da realeza; e depois disso pensei, sem saber explicar, na extensão dos grandes males que viriam”.(2) Com efeito, poucas semanas depois, Carlos X foi destituído do trono e banido do reino.

Essas graças eram uma preparação para as grandes aparições da Mãe de Deus.

Imagem de Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa
Primeira visão da Santíssima Virgem

Na véspera da festa de São Vicente, ainda em 1830, a Mestra de Noviças tinha feito uma preleção sobre a devoção aos santos, e especialmente a Nossa Senhora. Isso inflamou na Irmã Catarina o desejo de ver a Mãe de Deus. Quando foi deitar-se, pegou um pedacinho de uma sobrepeliz de São Vicente, que a Mestra tinha dado como relíquia às noviças, e engoliu-o, julgando assim que São Vicente poderia alcançar-lhe essa graça.

Quando tudo no convento estava tranqüilo e todos dormiam, às onze e meia da noite, a Irmã Catarina ouviu uma voz de criança que a chamava. Abriu o cortinado do leito e viu um menino de uns cinco anos de idade, que lhe disse: “Venha à capela. A Santíssima Virgem a espera”. Catarina vestiu-se rapidamente e seguiu a criança até a capela, que estava iluminada como para a Missa de Natal.
O menino, que era o Anjo da Guarda de Catarina, conduziu-a ao presbitério, para junto da cadeira do Padre Diretor. Aí ela ajoelhou-se. Depois de um tempo que lhe pareceu longo, ouviu o ruído do frufru de um vestido de seda e viu a Santíssima Virgem sentar-se na cadeira. Conta-nos Catarina: “Ela me disse como eu devia proceder para com meu diretor, como devia proceder nas horas de sofrimento e muitas outras coisas que não posso revelar”.(3)

Essas coisas que ela não podia contar em 1830, revelou-as depois: “Várias desgraças vão cair sobre a França; o trono será derrubado; o mundo inteiro será revolto por desgraças de toda sorte”. Falou também de “grandes abusos” e “grande relaxamento” nas comunidades de sacerdotes e freiras vicentinas, e que deveria alertar disso os superiores.

Voltou, em seguida, a falar de outros terríveis acontecimentos que ocorreriam em futuro mais distante, prevendo com 40 anos de antecedência as agitações da Comuna de Paris e o assassinato do Arcebispo; prometeu sua especial proteção, nessas horas trágicas, aos filhos e às filhas de São Vicente de Paulo.

Revelação extraordinária da Medalha Milagrosa

No dia 27 de novembro de 1830, Catarina havia acabado de fazer a leitura da meditação, na capela, quando ouviu o característico frufru de um vestido de seda. Olhou para o lado e viu Nossa Senhora vestida de branco, sobre uma meia-esfera. Tinha nas mãos uma bola que representava o globo terrestre, e olhava para o Céu.

“De repente — narra Catarina — percebi anéis nos seus dedos, engastados de pedras brilhantes, umas maiores e mais belas do que as outras, das quais saíam raios que eram, também, uns mais belos que os outros”. Nossa Senhora explicou-lhe que tais raios simbolizavam as graças que derramava sobre as pessoas que as pediam.

Continua Catarina: “Formou-se um quadro em torno da Santíssima Virgem, de forma oval, no alto do qual estavam escritas, com letras de ouro, estas palavras: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Ao mesmo tempo, uma voz disse-lhe para mandar cunhar uma medalha conforme aquele modelo, com a promessa de que as pessoas que a trouxessem ao pescoço receberiam muitas graças, “principalmente as que a trouxessem com inteira confiança”.

Instantes depois o quadro girou sobre si mesmo, e Catarina viu o reverso da medalha.

Catarina distribui medalhas entre os revolucionários da Comuna de Paris, em 1871
Difusão da Medalha e graças operadas

Catarina perguntou a Nossa Senhora a quem recorrer para confecção da medalha. A Mãe de Deus respondeu-lhe que deveria procurar seu confessor, o Pe. João Aria Aladel: “Ele é meu servidor”. No início, o Pe. Aladel não acreditou no que Catarina dizia; mas, após dois anos de insistência, ele procurou o Arcebispo, que ordenou em 20 de junho de 1832 que fossem cunhadas duas mil medalhas.

O modo como se difundiram as medalhas foi tão prodigioso, juntamente com grande número de graças operadas, que a medalha passou a ser conhecida como Medalha Milagrosa. Por exemplo, em março de 1832, quando iam ser confeccionadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingiu Paris. Mais de 18 mil pessoas morreram em poucas semanas. Num único dia, chegou a haver 861 mortes.

No fim de junho, as primeiras medalhas ficaram prontas e começaram a ser distribuídas entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste, e tiveram início, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre.

A missão de Catarina Labouré estava cumprida. Os 46 anos que lhe restaram de vida, ela os passou como uma humilde irmã, da qual praticamente nada havia para falar. Só quando se aproximou sua morte, em 1876, sua superiora soube que fora ela a privilegiada Irmã que recebera aquela sublime missão.

Ela foi beatificada pelo Papa Pio XI em 1933 e canonizada no dia 27 de julho de 1947 pelo Papa Pio XII.

Cinqüenta e seis anos após sua morte, o corpo de Catarina foi encontrado inteiramente incorrupto, e é como se encontra ainda hoje na capela das Irmãs da Caridade, na Rue du Bac, em Paris.(4)

sábado, 27 de novembro de 2010

Hoje é dia de Nossa Senhora das Graças


Em uma tarde de sábado, no dia 27 de novembro de 1830, na capela das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, Santa Catarina Labouré teve uma visão de Nossa Senhora. A Virgem Santíssima estava de pé sobre um globo, segurando com as duas mãos um outro globo menor, sobre o qual aparecia uma cruzinha de ouro. Dos dedos das suas mãos, que de repente encheram-se de anéis com pedras preciosas, partiam raios luminosos em todas as direções e, num gesto de súplica, Nossa Senhora oferecia o globo ao Senhor.

Santa Catarina Labouré relatou assim sua visão: "A Virgem Santíssima baixou para mim os olhos e me disse no íntimo de meu coração: 'Este globo que vês representa o mundo inteiro (...) e cada pessoa em particular. Eis o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que as pedem.' Desapareceu, então, o globo que tinha nas mãos e, como se estas não pudessem já com o peso das graças, inclinaram-se para a terra em atitude amorosa. Formou-se em volta da Santíssima Virgem um quadro oval, no qual em letras de ouro se liam estas palavras que cercavam a mesma Senhora: Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós. Ouvi, então, uma voz que me dizia: 'Faça cunhar uma medalha por este modelo; todas as pessoas que a trouxerem receberão grandes graças, sobretudo se a trouxerem no pescoço; as graças serão abundantes, especialmente para aqueles que a usarem com confiança.' "

Então o quadro se virou, e no verso apareceu a letra M, monograma de Maria, com uma cruz em cima, tendo um terço na base; por baixo da letra M estavam os corações de Jesus e sua Mãe Santíssima. O primeiro cercado por uma coroa de espinhos, e o segundo atravessado por uma espada. Contornando o quadro havia uma coroa de doze estrelas.

A mesma visão se repetiu várias vezes, sobre o sacrário do altar-mor; ali aparecia Nossa Senhora, sempre com as mãos cheias de graças, estendidas para a terra, e a invocação já referida a envolvê-la.

O Arcebispo de Paris, Dom Quelen, autorizou a cunhagem da medalha e instaurou um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da medalha, a que a piedade do povo deu o nome de Medalha Milagrosa, ou Medalha de Nossa Senhora das Graças. A conclusão do inquérito foi a seguinte: "A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuídas, os admiráveis benefícios e graças singulares obtidos, parecem sinais do céu que confirmam a realidade das aparições, a verdade das narrativas da vidente e a difusão da Medalha".

Nossa Senhora da Medalha Milagrosa é a mesma Nossa Senhora das Graças, por ter Santa Catarina Labouré ouvido, no princípio da visão, as palavras: "Estes raios são o símbolo das Graças que Maria Santíssima alcança para os homens."

Oração à Nossa Senhora das Graças

Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo-nos de vossos pés para vos expôr, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada).

Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos. Amém.

Rezar 3 Ave Marias. Depois: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Família Vicentina destina subvenção para projeto na Eslovênia

O Conselho Nacional da Sociedade de São Vicente de Paulo da Eslovênia foi beneficiado com uma subvenção de 30 mil dólares, em uma iniciativa da Família Vicentina, de promover um câmbio sistêmico para que seja efetivado o projeto 'Comunidade de Reintegração'. A iniciativa visa a promoção de ex-usuários de drogas, depois que eles saem dos centros de recuperação.

Inicialmente, cinco pessoas participarão do projeto. Será reformada uma casa, com o propósito de oferecer um serviço de apoio aos ex-usuários.

Fonte: da redação do SSVPBRASIL, com dados do SSVPGLOBAL

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Plenária de Osasco foi um sucesso

Entre os dias 12 e 15 de novembro de 2010, Centro Antônio Frederico Ozanam, em Osasco (SP), o Conselho Nacional do Brasil (CNB) realizou sua Plenária Nacional, com a presença dos Presidentes de todos os Conselhos Metropolitanos do país, além dos próprios Diretores de importantes Departamentos no âmbito do Conselho (DECOM, DENOR, CCA, ECAFO, CJ e outros). Os confrades Renato Lima e Júlio César Marques de Lima, representantes do Conselho Geral Internacional, não puderam participar do evento, por conta de compromissos familiares, mas enviaram uma mensagem que foi lida pela csc. Ada Ferreira, Presidente do Conselho Nacional. Com o lema "Com Cristo nos Pobres: Caridade e Missão", os temas que foram debatidos na Plenária do Conselho Nacional do Brasil estão publicados no Site do Conselho Nacional nesta semana. Fonte: Edição nº 456 do Portal de Notícias REDE DE CARIDADE

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Novembro, um mês Vicentino


Novembro é a festa da Milagrosa (27/11). Este mês também comemoram a festa de Santa Catarina (28/11), o mensageiro da Medalha e do aniversário da fundação das Filhas da Caridade (29/11), propagadores incansável dele. Muitos missionários vão gastar tempo e esforço para animar a Família Vicentina, ea devoção toda a Igreja, a Virgem da Medalha Milagrosa. Em 01 de julho, a CM, representada em sua 41a Assembléia Geral, foi para a capela da rue du Bac para colocar nas mãos de Maria, os seus trabalhos e projetos. Agora, quando as províncias e comunidades se esforçam para programação em seus projetos, as recomendações da Assembléia Geral, apelando também para o altar, a convite de Maria.