Páginas

quinta-feira, 3 de março de 2011

Reinaugurado o Asilo de São Luiz do Paraitinga


Envolta em neblina, com clima típico de uma manhã de verão, que se iniciou fresca em São Luiz do Paraitinga, a Vila São Vicente de Paulo foi entregue a seus moradores.

Com isso a “AMI São Luiz” encerrou suas atividades no asilo. Para comemorar em grande estilo, diga-se, do jeito luizense, organizou-se uma festa à moda da casa, com missa, banda de música e foguetório. A missa, rezada pelo pároco da cidade foi assistida por todos os idosos, pelas diretorias da “AMI São Luiz” e da Vila São Vicente de Paulo e inúmeros convidados.

Emocionada, e falando em nome da “AMI São Luiz”, a presidente da entidade destacou a importância da sobrevivência do asilo para São Luiz do Paraitinga. Esta casa, fundada em 1931 pelo Sr. Idalício dos Santos vem abrigando, através de décadas, luizenses que em idade avançada, por algum motivo, ficam desamparados. Ricos e pobres, eruditos e populares, os idosos da Vila não têm perfil definido, todos são acolhidos e atendidos com o mesmo carinho e atenção.

Também falou em nome da “AMI São Luiz”, o Promotor de Justiça, Dr. Antonio Carlos Ozório Nunes, membro do conselho fiscal da Associação; agradeceu àqueles que contribuíram para a reforma do asilo, indicando um a um os nomes dos apoiadores e ressaltando que sem eles não teria sido possível a realização de uma obra tão vultosa num curto espaço de tempo. Lembrou ainda, em sua exposição, a importância da união da sociedade civil na reconstrução de São Luiz do Paraitinga, enfatizando que a “volta dos idosos a sua terra, ao seu lugar, é significativa, pois encerra um período de sofrimento dessas pessoas já marcadamente expostas a adversidades”.

Representando a Vila São Vicente de Paulo, discursou sua presidente D. Cecília B. Meireles, que comovida agradeceu o apoio da “AMI São Luiz” na captação do dinheiro necessário para a reforma da Instituição e também no acompanhamento de toda a obra. Reconheceu ainda a ajuda dos luizenses que, vivendo um período difícil, com parcos recursos, não deixaram de doar mensalmente sua contribuição ao asilo.

Em seguida aos agradecimentos, a Corporação Musical “Santa Cecília” fez o show. Sob um céu de brigadeiro e durante quase 40 minutos os conhecidos dobrados da banda de música animaram a festa.

Para encerrar, uma farta distribuição de café com bolo e salgados.

A Vila São Vicente de Paulo é um símbolo de São Luiz do Paraitinga, pertence a seus cidadãos e a comunidade, daí a importância de se restabelecer seu funcionamento. Olhar o asilo semi destruído foi, sem dúvida, uma dor a mais no cotidiano do luizense durante o ano de 2010.

O local estava interditado por haver sido extremamente prejudicado pela enchente que devastou a cidade no início do ano passado. As águas do rio deixaram para fora apenas a simpática torre da Capelinha que abriga a imagem de São Vicente de Paulo.

Os idosos tiveram, pois, que ser transferidos para a cidade de Taubaté, a 45 km de São Luiz. Isso significou um distanciamento da família, da terra. Ainda que muito agradecidos às Casas Pias, que os acolheu com carinho, os velhinhos estranhavam o calor de Taubaté, escaldante para os padrões luizenses e tinham saudades dos pequenos hábitos como os passeios tranqüilos nas calçadas, o que ocasionava neles mudanças súbitas de saúde, para pior.

Estarrecida com a difícil situação dos idosos, a “AMI São Luiz” abraçou a causa do asilo e não imaginava o que encontraria pela frente. Devido a falta de manutenção do imóvel durante décadas, os danos causados pela enchente foram devastadores. As incontáveis dificuldades operacionais encontradas durante a reforma testavam diariamente o ânimo dos integrantes da Associação e também da diretoria da Vila Vicentina. Contudo, estes percalços mais que impor dificuldades serviram para fortalecer o ímpeto de todos em terminar a reforma do asilo e trazer de volta seus moradores.

Foi uma empreitada e tanto para uma Associação do porte da AMI. Assim que, reiteramos, a realização desta obra seria impossível não fosse a confiança depositada em nós por aqueles que fizeram as doações, seja em dinheiro, material, serviços. E, finalmente, não alcançaríamos nosso propósito sem a ajuda dos queridos e inestimáveis amigos de todas as horas. O poderoso, “não desanimem” ouvido deles em várias ocasiões fez a diferença.

A TODOS, NOSSO MUITO OBRIGADO.

Fonte: amisaoluiz.org.br

Circular do Superior Geral da CM


Roma, 2 de fevereiro de 2011
Festa da Apresentação do Senhor no Templo

Caríssimos irmãos e irmãs da Família Vicentina,

A graça e a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo encham seus corações agora e sempre!

Escrevo-lhes como Diretor Geral da Juventude Marial Vicentina (JMV). A Associação realizou sua terceira Assembleia Geral em Lisboa, Portugal, em agosto passado. Recentemente, o Conselho Internacional fez sua primeira reunião organizativa e eu gostaria de compartilhar com vocês algumas conclusões da Assembleia e dessa reunião do Conselho Internacional.

A Assembleia Geral elaborou um Documento Final com as seguintes secções: Vida Espiritual, Formação, Serviço e Missão, Família Vicentina, Autofinanciamento.

Devo admitir honestamente que fiquei impressionado pela qualidade das intervenções que se fizeram na Assembleia Geral e pela profunda liderança que temos no Movimento da Juventude Marial Vicentina. Enfatizaram muitas vezes a importância da vida espiritual na Associação. Entre os pontos destacados do Documento Final, com relação à Vida Espiritual, está o desejo que os jovens têm de aprender a rezar mais profundamente. Queremos avançar nessa direção e animar todos os Assessores e Assessoras da JMV a assumirem a responsabilidade de ajudá-los a aprender a rezar e a fazê-lo segundo o espírito de São Vicente e Santa Luísa.

Os membros da Assembleia manifestaram também sumo interesse em aprofundar e entender a teologia marial, à luz dos ensinamentos da Igreja sobre Nossa Senhora, com o fim de entender mais claramente a função de Maria em suas vidas, especialmente nos momentos-chaves, quando consagram a ela suas vidas como sinal de seu compromisso com a Associação. Neste contexto, os jovens mostraram seu grande desejo de poder aprofundar seu conhecimento da Palavra de Deus com relação à Eucaristia e ao Sacramento da Reconciliação.

Fiquei encantado ao ouvir este desejo enfocado no dinamismo da Palavra de Deus e, ao mesmo tempo, na presença de Deus em seu Corpo e Sangue na Eucaristia, assim como em relação à misericórdia de Deus expressa no sacramento da Reconciliação. Um bom acompanhamento desses jovens é uma responsabilidade que os Assessores e as Assessoras locais devem levar adiante, tanto se são membros da Congregação da Missão como se são Filhas da Caridade ou leigos pertencentes a outros Ramos da Família Vicentina.

A dimensão eclesial da JMV é um dos principais pontos da Associação. Havia verdadeiro interesse, entre os membros da Assembleia, em desenvolver a Associação num contexto de ministério paroquial. Portanto, digo a todos vocês, membros da Congregação da Missão, responsáveis por paróquias, que façam todo o possível para promover a Família Vicentina em suas paróquias e, de modo especial, que prestem atenção aos jovens que precisam ouvir a Palavra de Deus da parte daqueles que foram escolhidos como seus pastores e que o façam dentro de seu carisma específico. Às vezes é decepcionante ir a nossas paróquias vicentinas e não encontrar nenhum sinal que faça alusão ao carisma vicentino, seja uma simples imagem de São Vicente, uma imagem de Nossa Senhora das Graças, uma menção do que é essencial a nossa devoção mariana vicentina, como novenas da Medalha Milagrosa ou celebrações dos Santos da Família Vicentina.

Com relação à dimensão da formação no Documento Final, os jovens querem realmente ser formados no espírito de nosso carisma vicentino. Esta é uma grande responsabilidade dos Assessores e Assessoras, animá-los a aprofundar a importância dessa função de acompanhamento; para isso, decidimos promover uma reunião internacional em 2014 para Assessores e Assessoras da Associação, e animaremos os membros da Congregação da Missão, as Filhas da Caridade e os leigos que acompanham nossos jovens a participarem dessa reunião.

Quero dizer-lhes mais uma vez, como já o fiz noutras ocasiões às Filhas da Caridade e aos membros da Congregação da Missão, que a Juventude Marial Vicentina não é um movimento independente dentro da Igreja, mas é um apostolado dentro da Congregação da Missão e das Filhas da Caridade. Temos a obrigação de acompanhar os jovens e de aprofundar as atitudes que recebemos de nossos Fundadores espirituais.

Com relação à função específica dos Assessores e Assessoras da JMV, faz alguns anos se publicou o documento "Papel e tarefas dos Assessores da JMV". Animamos os Assessores, quer sejam da Congregação da Missão ou das Filhas da Caridade, quer sejam, em particular, os Assessores leigos, a aprofundar a compreensão de sua responsabilidade neste acompanhamento.

Quanto à parte do Documento Final referente ao Serviço e à Missão, houve também um documento preparado pela Associação, chamado "Trabalhar em forma de projetos". Queremos animar todos os membros da Associação, em nível nacional, a conhecer mais pormenorizadamente este documento que promove a solidariedade. Durante nossa última reunião do Conselho Internacional, convidamos o Pe. Miles Heinen, Diretor da Central de Solidariedade Vicentina, para que nos ajudasse a compreender o significado de trabalhar juntos, solidariamente, uns com os outros. Esperamos que a Central de Solidariedade Vicentina continue orientando-nos na criação e apresentação de projetos para promover uma mudança de estruturas entre aqueles a quem os nossos jovens estão servindo nos diversos apostolados.

Com relação à secção do Documento Final relativa à Família Vicentina, os membros da Assembleia Geral desejam participar ativamente nos distintos Conselhos da Família Vicentina em todo o mundo. Querem promover encontros com outros Ramos da Família Vicentina e contribuir para participar neles, na formação e em projetos concretos de Serviço e Missão, na perspectiva da mudança dos sistemas de estruturas. Eles mesmos vão esforçar-se para divulgar o livro "Sementes de esperança", para ajudar a entender melhor o conceito de caridade de uma forma atualizada chamado mudanças de estruturas. Os membros da Associação também desejam cooperar no projeto vicentino que empreendemos por ocasião dos 350 anos da morte de São Vicente e Santa Luísa, participando concretamente em nossa página de Internet ZAFEN, uma palavra da língua crioula que significa "é responsabilidade nossa ", "isso é conosco".

É responsabilidade nossa trabalhar com os Pobres e a partir da realidade deles. Uma peça-chave nesta parte do Documento é a expressão que usamos em espanhol, "desembocadura", que literalmente significa "passar à etapa seguinte". Nossos jovens se dão conta de que não vão ser jovens eternamente e esperam poder continuar vivendo o carisma, passando a outros Ramos de nossa Família. Por isso, é importante (e o digo aos outros Ramos da Família) estar dispostos a receber esses jovens de modo que possamos ajudá-los a continuar vivendo o carisma vicentino, seja na Congregação da Missão, nas Filhas da Caridade, na Sociedade de São Vicente de Paulo, na Associação da Medalha Milagrosa, na Associação Internacional de Caridades, nos Missionários Leigos Vicentinos (MISEVI), seja em qualquer outro Ramo que vive o carisma vicentino.

Os jovens têm a ideia de que essa "desembocadura", essa passagem, é difícil devido à diferença que há entre as gerações. Algumas vezes, os outros Ramos da Família Vicentina têm dificuldades em compreender as formas de pensar e agir de nossos jovens, que estão amadurecendo e passando a outra etapa de sua própria vida. Por isso, animo todos os Ramos da Família Vicentina a abrir-se e a compartilhar com os jovens da JMV o modo como vivem o carisma em sua vida diária, partilhando com eles e em favor deles projetos conjuntos de Serviço e Missão, rezando com eles com simplicidade e acompanhando-os nos momentos de amizade e de amor. Os jovens da Associação desejam aprofundar a relação não só com a Congregação da Missão e as Filhas da Caridade, com quem creem ter conseguido um bom nível de relação, mas também com os outros Ramos leigos da Família Vicentina. Por isso me dirijo a todos os membros da Família Vicentina para que estreitem os laços de relação com os jovens. Eles vão precisar de nossa ajuda nos próximos cinco anos desta nova administração, para aprofundar o carisma da Juventude Marial Vicentina. Esperam poder realizá-lo de diversas maneiras.

A última parte do Documento Final da Assembleia Geral trata do autofinanciamento. Todos sabemos que a Juventude Marial Vicentina depende economicamente da Congregação da Missão e das Filhas da Caridade, não só em nível local mas também no nível internacional. Os jovens agradecem a ajuda econômica especial que recebem destes Ramos da Família Vicentina, mas querem chegar a ser autossuficientes. Faz alguns anos, começamos a estabelecer um fundo patrimonial ou "fundo de doações", que está começando a dar uma estabilidade financeira, com o fim de atender às necessidades da Associação ao menos no nível internacional. Um dos pontos fracos da Associação foi a dificuldade de as distintas associações nacionais pagarem a modesta quantidade que lhes foi pedida. Pensamos que a contribuição de um dólar ou um euro por ano, para cada membro da Associação, seria mais do que suficiente para ajudar a manter o "fundo de doações" e as obras da Associação. Entretanto, não é possível receber essa quantia mínima de muitos dos lugares onde a Associação está estabelecida. Na Associação nos damos conta de que falhamos por não termos pedido ajuda aos ex-membros da Associação. Poder-se-ia pensar que, se a Associação os ajudou a transformar suas vidas, ao passarem a outra etapa estariam mais dispostos a contribuir economicamente para que o projeto possa continuar. Entretanto, os ex-membros não têm o costume de ajudar em nível nacional e muito menos ainda no nível internacional. Por isto, projetamos continuar trabalhando para o autofinanciamento e pretendemos fazê-lo com a ajuda e orientação da Central de Solidariedade Vicentina da Congregação da Missão.

Haverá várias sessões de formação para esses jovens:

* Em 2011, o momento principal será a reunião da Juventude Marial Vicentina antes do Dia Mundial da Juventude em Madri, no mês de agosto.
* Em 2012, haverá encontros internacionais no Equador, para os países da América Latina, e na Europa para os europeus. Ainda não se decidiu o lugar.
* Em 2013, esperamos fazer reuniões internacionais na África e na Ásia.
* Como já mencionei, em 2014, o evento internacional principal será o Encontro de Assessores e Assessoras, em Roma ou em Paris.
* Em 2015, termos a quarta Assembleia Geral da Associação.

Irmãos e irmãs da Família Vicentina, concluo esta mensagem sobre um grupo muito dinâmico e criativo de nossa Família: a Juventude Marial Vicentina. São nossos jovens, necessitam de nossa ajuda, nossa animação, nosso testemunho e nosso amor, enquanto todos juntos, como uma Família, caminhamos com nossos amos e senhores, os Pobres. Peço-lhes que tudo o que fizermos seja para honra e glória de Deus que nos ama e nos chama a amar-nos uns aos outros.

Seu irmão em São Vicente,
G. Gregory Gay, C. M.,
Superior Geral

Romaria Vicentina será episódio de TV em série sobre cultura brasileira


A religiosidade do povo brasileiro será representada, na televisão, pela Romaria Nacional dos Vicentinos a Aparecida (SP). A produtora Giros cria uma série para a SESC TV SP sobre cultura nacional, em que abordará as diversas manifestações populares. No âmbito da fé, a peregrinação dos vicentinos ao Santuário Nacional foi a escolhida.

A produção televisiva é intitulada de 'Coleções' e contará com 52 episódios, divididos em 10 séries. São elas: mestres de ofício, feiras populares, colônias de imigrantes, festas religiosas, ritmos, sambas, casas brasileiras, mestres da arquitetura, autos populares e patrimônios da humanidade.

A produtora vai viajar com um grupo que sairá do Rio de Janeiro rumo ao Aparecida, gravando todas as particularidades da Romaria.

FONTE: DA REDAÇÃO DO SSVPBRASIL

quarta-feira, 2 de março de 2011

Primeiro trimestre é período da Coleta da Solidariedade


Os três primeiros meses de cada ano representam mais uma forma efetiva dos vicentinos trabalharem mais uma vez pela promoção dos Pobres: é o período da Coleta da Solidariedade, que consiste em uma doação pessoal. Este dinheiro será utilizado para auxiliar dos trabalhos das Conferências mais carentes do país.

Em Circular, Ada Ferreira (presidenta do Conselho Nacional do Brasil) e Roberto Soares Bernardo (tesoureiro) pedem: "Sua contribuição, somada à de todos os vicentinos espalhados pelo Brasil, faz a grande diferença! Nossas ações se transformam na tradição das palavras UNIDADE e PARTILHA, à luz da Palavra de Deus: 'Vede como eles se amam'.

LEIA A CIRCULAR:

Circular Nº 004/P/2011 Rio de Janeiro, 03 de fevereiro de 2011.
Aos Conselhos Metropolitanos
Assunto: Contribuição da Solidariedade
Estimados (as) Confrades e Consócias

“LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! ”

Espero encontrá-los na alegria e ânimos renovados pelo início de um novo
ano. Desejo que possamos ao longo de 2011 viver diariamente motivados pelo
entusiasmo, para que nossos trabalhos na SSVP, efetivamente sejam uma
proposta de Mudar para Transformar, porém é necessário refletindo
positivamente na promoção humana dos Nossos Mestres e Senhores, os Pobres.
Como já é de conhecimento de todos os vicentinos, no prim eiro trimestre
do ano somos chamados a uma doação pessoal, em consiência, como confrades
e consocias, para auxiliar os trabalhos nas conferências mais carentes no país:
“Contribuição da Solidariedade.” Sugiro que abram a Regra na página 98,
Artigo 18, inciso VIII e reflitam em conjunto sobre a destinação da sua
contribuição. Como o próprio artigo da Regra destaca, trata -se de uma
contribuição em que deve ser feita “Pessoalmente e em Consciência” por
todos os membros de nossa SSVP.
Sua contribuição somada a de todos os vicentinos espalhados por todo o
Brasil, faz a grande diferença! Nossas ações se transformam na tradição das
palavras UNIDADE e PARTLHA, a luz da Palavra de Deus: “Vede como eles se amam”.
Inspirados pela riqueza da Espiritualidade Vicentina, somos convidados a ousar na caridade e partilha.
Segue em anexo os Boletos para contribuição.

Fraternalmente

Com Cristo nos Pobres: Caridade e Missão!
Ada Ferreira - Presidenta
Roberto Soares Bernardo - Tesoureiro

FONTE: DA REDAÇÃO DO SSVPBRASIL

Diretor de filme sobre Vicentinos recebe Diploma

O Diretor do filme “O Sal da Terra”, produzido em 2007 e que retrata o trabalho dos Sacerdotes Vicentinos de Curitiba (PR) que criaram a Pastoral Rodoviária, recebeu um Diploma de Reconhecimento pela contribuição dada à difusão do carisma vicentino. O Diploma foi remetido pela Vice-presidência Territorial Internacional América 3 (América do Sul), no âmbito do Conselho Geral Internacional, conduzido pelo cfd. Renato Lima de Oliveira. clique aqui para ver a carta enviada ao Diretor José Olímpio e o próprio Diploma. O filme já ganhou vários prêmios, entre eles o “Margarida de Prata” (da CNBB) e o Festival de Filme Religioso Europeu. Mais detalhes em www.osaldaterra.com.br Fonte: Edição nº 468 do Portal REDE DE CARIDADE, a sua Agência de Notícias Vicentinas.

Conselho Geral emite nota sobre a Canonização de Ozanam


O Conselho Geral Internacional (CGI) da SSVP acaba de enviar aos Conselhos Nacionais uma nota explicativa, assinada pelo confrade Amin André de Tarrazi, responsável sobre o processo de canonização do Bem-aventurado Antônio Frederico Ozanam. O confrade Tarrazi pergunta: “Podemos esperar por mais um milagre de Ozanam?”, sem o qual o Vaticano não pode canonizá-lo. Para isso, a carta esclarece os procedimentos que a Igreja aceita para atestar que realmente alguém foi curado fisicamente pela intercessão dos Santos. Todo o material reunido para se obter a Beatificação (pesquisa histórica, testemunhos, obras sobre o heroísmo das virtudes, documentos, etc) são válidos ainda, mas é inegável que um novo milagre seria essencial. As orações pela canonização devem continuar, mas os Vicentinos de todo o mundo devem ficar mais atentos sobre a Causa da Canonização, procurando difundir, por todos os meios possíveis, a figura de Ozanam, para estimular que mais pessoas o conheçam e assim as oportunidades de milagres aumentem. Ao final da carta, o cfd. Tarrazi comenta que o Padre Luigi Mezzadri, da Congregação da Missão, é o responsável pela tramitação do Processo, em Roma. Informação adicional: no âmbito da América do Sul, a Vice-presidência Territorial está instalando em Santiago do Chile um escritório para coletar todos os relatos de curas atribuídas a Ozanam. Fonte: Edição nº 468 do Portal REDE DE CARIDADE, a sua Agência de Notícias Vicentinas.

terça-feira, 1 de março de 2011

Igreja deve falar a “nova linguagem” da comunicação, diz Papa


Bento XVI considera que a Igreja católica deve aprender e falar a “nova linguagem” dos meios de comunicação e das redes digitais.

Esse foi o desafio que o pontífice deixou nessa segunda-feira aos participantes na assembleia plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, que reúne até quinta-feira no Vaticano representantes eclesiais, comunicadores e especialistas em comunicação dos cinco continentes.

“Não se trata só de expressar a mensagem evangélica na linguagem de hoje, mas de ter o valor de restabelecer de uma maneira mais profunda, como aconteceu em outras épocas, a relação entre a fé, a vida da Igreja e as mudanças que o homem está vivendo”, afirmou o Papa.

Bento XVI deixou ao Conselho das Comunicações a tarefa de aprofundar sobre o tema da “cultura digital”, “estimulando e apoiando a reflexão para uma maior consciência sobre os desafios que esperam a comunidade eclesial e civil”.

O bispo de Roma alentou os participantes na assembleia ao “compromisso de ajudar todos que têm responsabilidade na Igreja a ser capazes de entender, interpretar e falar a ‘nova linguagem’ da mídia em função pastoral, em diálogo com o mundo contemporâneo”.

Para isso, é necessário responder a estas perguntas: “Que desafios o chamado pensamento digital lança à fé e à teologia? Que perguntas e requisitos?”

Novos símbolos e metáforas

“A cultura digital lança novos desafios a nossa capacidade de falar e escutar uma linguagem simbólica que fale da transcendência”, disse.

O próprio Jesus – afirmou o Santo Padre –, “no anúncio do Reino, soube utilizar elementos da cultura e do ambiente de seu tempo: o rebanho, os campos, o banquete, as sementes, etc.”

“Hoje somos chamados a descobrir, também na cultura digital, símbolos e metáforas significativas para as pessoas, que possam ser de ajuda ao falar do Reino de Deus ao homem contemporâneo”, convidou o Papa.

Comunicação humana

A proposta do Papa é “promover uma comunicação verdadeiramente humana”, que deve analisar o novo fenômeno comunicativo “além de todo entusiasmo ou ceticismo fácil”.

A contribuição dos crentes – afirmou – deve ajudar “o próprio mundo dos meios de comunicação, abrindo horizontes de sentido e de valor que a cultura digital não é capaz por si só de entrever e representar”.

FONTE: ZENIT